sábado, 8 de novembro de 2014

A fábrica de mentiras e a oposição em prol do partido. Parte 1.


De forma introdutória, na primeira parte desse artigo eu começo esse texto falando um pouco sobre o plano real, afim de que o ponto central da questão seja elucidado.

Final da década de 80 e início de 90, o Brasil sofria com a hiperinflação, a máquina de remarcar preço nos supermercados era um ícone desse período, inclusive tínhamos momentos em que a remarcação de preços era feita mais de uma vez ao dia. O Brasil não tinha estabilidade de moeda, a situação era insustentável, os planos implantados para resolver o problema foram uns verdadeiros fiascos, s quais foram, o plano cruzado, o plano Bresser, o plano verão e o plano Collor, sendo que esse último protagonizou o traumatismo do confisco das poupanças.


Era necessário fazer algo, elaborado em 1993 e vigorado no anos seguinte, entra em cena o Plano Real, fazendo já em 1994 a inflação cair de 46,58% em junho para 6,08% em julho. 

Conforme Dados do IPEA divulgados no blog Arena do Pavini em 30 de junho de 2014, no ano de 1995 o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 22%, indo para 9,56% no ano seguinte, 1996, e a inflação só voltou a ficar acima de 10% em 2002, ficando o IPCA em alta de 12,53%. Enfim, foi o plano econômico que estabilizou que estabilizou a moeda dando fim a hiperinflação e garantindo mais poder de compra a população. 




http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,20-anos-de-plano-real-sete-reflexoes-sobre-a-estabilizacao,1521366


Na época, sendo totalmente contra o Plano Real,  Luiz Inácio Lula da Silva disse de forma leviana que o plano tinha cheiro de estelionato eleitoral, mas o engraçado é que depois de eleito, Lula se aliou a Collor, o presidente dos confiscos, conforme:


 


Felizmente o plano foi aprovado,  contrariando a vontade da oposição da época, Lula e de grandes nomes de seu partido, como Mercadante, Guido Mantega, Gilberto Carvalho, detre outros, que podem ser conferidos nos dois links abaixo:

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/nos-20-anos-do-plano-real-o-que-eles-disseram-uma-coisa-nao-mudou-guido-mantega-so-sabe-prever-o-passado/

http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/economia/20-anos-de-plano-real-o-avanco-social-que-o-pt-tentou-barrar/ 


Eu indico também a leitura do texto “O esfacelamento do real e as perspectivas da economia brasileira”, de Leandro Roque, publicado em agosto de 2013 no site do Instituto Ludwig von Mises Brasil conforme link abaixo:

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1672

No qual eu aproveito para reproduzir do texto as palavras do social-democrata Karl Schiller, ministro das finanças da Alemanha Ocidental de 1966 a 1972:

"A estabilidade pode não ser tudo; porém, sem estabilidade, tudo vira um nada."


Finalizando essa parte, ficam evidenciadas características intrínsecas ao PT e aos seus asseclas, que criticam projetos alheios a mero título de insulto, colocando os interesses do partido em detrimento do bem daquilo que ele diz tanto representar, do povo! Incoerência e hipocrisia resume muito bem o caráter dessa gente, pois não obstante disso tudo, ficam o tempo todo se auto promovendo com aquilo que não é de seu mérito.




2 comentários:

  1. É a velha pratica comunalha-positivista de revisionar a História, selecionando aquilo que interessa, descartando o que compromete, em suma, desonestidade (fraude) intelectual. O pior é que essa geração de adolescentes, que nasceu de 1999 pra cá, sequer sabe sob quais condições resultou o Real, e, simpatizantes pela doutrinação esquerdista, ignoram o papel do PSDB na estabilização da moeda, e só enxergam PT, PT, PT de lá pra cá. É simplesmente absurdo que matérias como essa tenham que vir à tona pra relembrar do óbvio.

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    1. Olá Wagner!

      Sim, sempre as mesmas táticas sujas. E sobre relembrar o óbvio, infelizmente, ao que parece a grande mídia está ocupada demais manipulando dados.

      Abração!

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